• Comunicar 61: Digital Competence for Teachers. Perspectives and foresights for a new school
  • Comunicar 60: How to become a genius. Personalized learning and high capacities in the connected society
  • Comunicar 59: Emerging mobile media. Convergence in the new media arena
  • Comunicar 58: Digital media and learning: Emergent forms of participation and social transformation
  • Comunicar 57: Artivism: Art and Social Engagement in a Digital World
  • Comunicar 56: Cyberbullying: the threat without a face
  • Comunicar 55: The Media Sphere. Controversies in Public Life
  • Comunicar 54: Shared Science and Knowledge. Open Access, Technology and Education
  • Comunicar 53: Critical Citizenship and Social Empowerment in the Emerging Cybersociety
  • Comunicar 52: The Social Brain and Connective Intelligence
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    Resumo

    Bullying e cyberbullying têm consequências muito negativas para a saúde mental dos adolescentes. O estudo teve dois objetivos: 1) analisar se existem diferenças em função da orientação sexual (heterossexuais e não heterossexuais), em porcentagem de vítimas e agressores desses tipos de violência, bem como a quantidade de comportamento agressivo sofrido ou realizado; 2) comparar a saúde mental de adolescentes heterossexuais e não heterossexuais que foram vítimas, agressores, cibervítimas e ciberagressores. 1.748 adolescentes do País Basco, na Espanha, participaram deste estudo. Com idades entre 13 e 17 anos (52,6% meninas, 47,4% meninos), sendo 12,5% não heterossexuais e 87,5% heterossexuais, que preencheram 4 instrumentos de avaliação. Utilizou-se uma metodologia descritiva e comparativa transversal. Os resultados confirmam que: 1) a porcentagem de vítimas e cibervítimas foi significativamente maior entre o grupo não heterossexual; no entanto, a porcentagem de agressores e ciberagressores heterossexuais e não heterossexuais foi similar; 2) vítimas e cibervítimas não heterossexuais sofreram uma quantidade significativamente maior de condutas agressivas de bullying ou cyberbullying; 3) vítimas e agressores de bullying não heterossexuais, quando comparados com heterossexuais, desenvolviam significativamente mais depressão, ansiedade social e sintomas psicopatológicos diversos (somatização, obsessão-compulsão, maior ou menor sensibilidade interpessoal…); 4) cibervítimas e ciberagressores não heterossexuais também apresentaram mais depressão e mais sintomas psicopatológicos diversos; no entanto, em ansiedade social não foram encontradas diferenças. O debate se concentra na importância de intervir na família, na escola e na sociedade, para reduzir o bullying/cyberbullying e estimular o respeito pela diversidade sexual.

     

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