Blog da Revista Comunicar

O desenvolvimento da robótica educativa em idades precoces: positivo ou não?

Tradução: Eva Contreras da Cunha (Universidade do Minho)

Neste artigo de Ana García-Valcárcel Muñoz-Repiso e Yen-Air Caballero-González, de Salamanca (Espanha), publicado na edição número 59 da revista Comunicar analisa-se o desenvolvimento das habilidades de programação desde o início da idade escolar, tentando que as crianças adquiram um papel ativo e criativo na utilização das tecnologias. Tudo isto acontece numa altura em que o atual cenário digital exige o desenvolvimento de estratégias que modernizem os processos de aprendizagem, incluindo iniciativas para a aquisição de competências digitais que permitam a todos os cidadãos desenvolverem-se numa sociedade altamente tecnológica.

Por conseguinte, a investigação procura comprovar a influência do desenvolvimento de atividades de robótica educativa na aquisição de habilidades de pensamento computacional e de programação em crianças de educação infantil. Os resultados obtêm-se através de uma investigação de tipo quase-experimental, com medidas pré e pós-teste, utilizando um grupo experimental e de controlo.

De acordo com os dados obtidos, as diferenças encontradas entre o pré e o pós-teste no grupo experimental são estatisticamente significativas e superiores às apresentadas no grupo de controlo. Além disso, conclui-se que as crianças que realizam o programa de robótica conseguem maiores progressos nas três dimensões da competência computacional. Mais informação em: García-Valcárcel, A. & Caballero-González, Y. 2019. Robótica para desenvolver o pensamento computacional na Educação Infantil. Comunicar, 59, 63-72. https://doi.org/10.3916/C59-2019-06

Post original em espanhol

Autora: Mari Carmen Caldeiro

Este post faz parte do projeto de tradução coordenado por Lola Lerma Sanchis e Lilian Ribeiro

Meios de Comunicação Públicos Europeus e Participação Cidadã

Tradução: Maria Moreira (Universidade do Minho)

O artigo intitulado Audiencias participativas en el servicio audiovisual público europeo: Producción de contenidos y derechos de autor” escrito por Ana-María López-Cepeda, Mónica López-Golán e Marta Rodríguez-Castro para a edição 60 de Comunicar,introduz-nos num cenário de interatividade e de participação cidadã nos meios de comunicação social de serviço público, desde uma perspetiva europeia.

Dado o contexto digital, as autoras alertam para a necessidade de adaptar-se aos novos modos de expressão cultural através da reformulação mediática, onde os serviços públicos requerem uma presença bidirecional. Isso significa que existe a preocupação na assimilação de novas formas de consumo dos cidadãos nas redes sociais, bem como noutras plataformas online. Informação que, sobretudo, é difundida através de dispositivos móveis em qualquer lugar e em qualquer momento.

Esta mudança de rumo na participação cidadã, própria das ecologias mediáticas, conduz a um formato de audiências envolvidas, que despertam o sector público para conteúdos protegidos por copyright ou direitos de autor. Neste contexto, o estudo visa realizar uma abordagem descritiva da oferta participativa nos meios audiovisuais públicos europeus e analisar a regulamentação sobre os direitos autorais, copyright e legalidade em 28 televisões públicas na Europa. Neste sentido, analisou-se a participação discursiva e criativa através de fichas de observação.

Os resultados apontam para uma prevalência das redes sociais, dos blogues e das seções de comentários em linha como os principais meios de participação cidadã, onde há uma necessidade premente de controlar a legalidade dos conteúdos gerados pelos utilizadores, assim como a gestão da propriedade dos serviços audiovisuais públicos.

Como citar: López-Cepeda, A., López-Golán, M. & Rodríguez-Castro, M. (2019). Participatory audiences in the European public service media: Content production and copyright. [Audiencias participativas en el servicio audiovisual público europeo: Producción de contenidos y derechos de autor]. Comunicar, 60, 93-102. https://doi.org/10.3916/C60-2019-09

Autora: Arantxa Vizcaíno-Verdú

Texto original em espanhol

Este post faz parte do projeto de tradução coordenado por Lola Lerma Sanchis e Lilian Ribeiro

Comunicar 67- Abril 2021

Vol. XXIX, Núm 67, 2º trimestre, Abril 2021

Ciber-convivência como ambiente social: ética e emoções

Editores Temáticos

Dr. Eva M. Romera-Félix – University of Cordoba – Espanha

Dr. Rosario Ortega-Ruiz – University of Cordoba – Espanha

Dr. Peter Smith – Goldsmiths, University of London – Grã-Bretanha

Apresentação

01 Ciberostracismo: consequências emocionais e comportamentais de interações nas redes sociais

Simona Galbava, Brno (República Tcheca)Hana Machackova, Brno (República Tcheca) & Lenka Dedkova, Brno (República Tcheca).

https://doi.org/10.3916/C67-2021-01

02 Jovens perante o ódio cibernético: o papel da mediação parental e do apoio familiar

Michelle F. Wright, Pennsylvania (Estados Unidos)Sebastian Wachs, Potsdam (Alemanha) & Manuel Gámez-Guadix, Madrid (Espanha).

https://doi.org/10.3916/C67-2021-02

03 Motivação e percepção dos estudantes universitários de Hong Kong sobre notícias nas redes sociais

Qiuyi Kong, Otago (Nova Zelândia)Kelly-Yee Lai-Ku, Hong Kong (China)Liping Deng, Hong Kong (China) & Apple-Chung Yan-Au, Hong Kong (China).

https://doi.org/10.3916/C67-2021-03

04 Ansiedade e autoestima nos perfis de cibervitimização de adolescentes

Andrea Núñez, Almería (Espanha)David Álvarez-García, Oviedo (Espanha) & María-C. Pérez-Fuentes, Almería (Espanha).

https://doi.org/10.3916/C67-2021-04

05 Ciberfofoca, agressão no ambiente virtual, uso problemático da Internet e comunicação familiar

Eva M. Romera, Córdoba (Espanha)Antonio Camacho, Córdoba (Espanha)Rosario Ortega-Ruiz, Córdoba (Espanha) & Daniel Falla, Córdoba (Espanha).

https://doi.org/10.3916/C67-2021-05

06 Memes na Internet em tempos de confinamento por Covid -19 na Polônia

Roza Norstrom, Katowice (Polônia) & Pawel Sarna, Katowice (Polônia).

https://doi.org/10.3916/C67-2021-06

07 O enfrentamento da diversidade entre adolescentes: a eficácia das narrativas pessoais em sites de apoio

Sofie Mariën, Amberes (Bélgica)Heidi Vandebosch, Amberes (Bélgica)Sara Pabian, Tilburg (Holanda) & Karolien Poels, Amberes (Bélgica).

https://doi.org/10.3916/C67-2021-07

08 A percepção de pais e filhos chilenos sobre a publicidade em redes sociais

Beatriz Feijoo, Logroño (Espanha)Simón Bugueño, Santiago de Chile (Chile)Charo Sádaba, Pamplona (Espanha) & Aurora García-González, Pontevedra (Espanha).

https://doi.org/10.3916/C67-2021-08

09 O modelo dialógico-crítico na Educomunicação para estimular o pensamento narrativo

Jesús Bermejo-Berros, Segovia (Espanha).

https://doi.org/10.3916/C67-2021-09

10 Newsgames diante dos discursos de ódio na crise de refugiados

Salvador Gómez-García, Valladolid (Espanha)María-Antonia Paz-Rebollo, Madrid (Espanha) & José Cabeza-San-Deogracias, Madrid (Espanha).

https://doi.org/10.3916/C67-2021-10

CHAVES PARA ACREDITAR OU NÃO NAS NOTÍCIAS DIGITAIS

Tradução: Diana Rodrigues Bezerra (Universidade do Minho)

Hoje comentamos o artigo intitulado: “A credibilidade das notícias digitais: O vínculo é mais impactante do que a fonte” escrito por:

Tal Samuel-Azran, Herzliya (Israel)
Tsahi Hayat, Herzliya (Israel)

Já se sentiram, por vezes, assoberbados com notícias e não sabem se são verdade? Já se perguntaram se foi investigada a forma como reagimos ou quais são as nossas possíveis respostas?

No presente trabalho estuda-se a perceção do grau de credibilidade das notícias partilhadas através dos sites das redes sociais, especificamente em função da força da ligação e a perceção do grau de credibilidade da fonte dos meios de comunicação que originou o conteúdo.

É analisada a conta de Facebook de 217 participantes. Na base desta análise, foi mostrada aos participantes uma publicação fictícia de Facebook que supostamente foi partilhada por um dos seus amigos no Facebook com o qual tinham um vínculo social forte (grupo experimental) ou um vínculo social débil (grupo de controlo).

Os resultados indicam que a força do vínculo social entre a pessoa que partilha o artigo e o seu destinatário atua como mediadora no efeito da perceção do grau de credibilidade relativamente à fonte de notícias, e da perceção do grau de credibilidade do artigo, assim como na possibilidade de procurar informação adicional sobre o tema apresentado no artigo partilhado.

Dada a importância e interesse do artigo, recomendamos a sua leitura completa  aqui.

Como citar este texto Samuel-Azran, T. & Hayat, T. (2019). Online news recommendations credibility: The tie is mightier than the source. [La credibilidad de las noticias digitales: El vínculo es más impactante que la fuente]. Comunicar, 60, 71-80. https://doi.org/10.3916/C60-2019-07

Post original em espanhol

Autor: Paco Pavón

Este post faz parte do projeto de tradução coordenado por Lola Lerma Sanchis e Lilian Ribeiro

Altas habilidades e educação para o sucesso

Tradução: Diana Marques (Universidade do Minho)

Desde que a sobredotação se tornou objeto de estudo, por volta dos anos 50, foram implementados diferentes Programas de Enriquecimento Curricular para os estudantes com altas habilidades no nosso país. A dificuldade em catalogar os estudantes sobredotados ou talentosos através de sistemas de medição completamente seguros, dadas as suas características próprias de identificação e distintivas, tem originado inúmeros estudos sobre o assunto.

As professoras García-Guardia, Ayestarán-Crespo, López-Gómez e Tovar-Vicente apresentam a sua investigação no nº 60 da revista Comunicar, realizada em sete estabelecimentos de ensino de Madrid, onde participaram 38 adolescente com altas habilidades, cada um deles acompanhado por oito pessoas pertencentes ao seu entorno académico e pessoal (os pais, três docentes e três colegas de turma menos talentosos). No total 342 pessoas realizaram um questionário criado especificamente para esta investigação, o questionário 180º, com 42 questões agrupadas em seis grupos temáticos relacionados com as competências consideradas essenciais para alcançar o sucesso: conquista de objetivos, vontade de superação, sentido prático, perseverança, criatividade e inovação e demonstração de confiança. Entre os resultados do estudo vemos que as competências com o grau de identificação mais alto, segundo os estudantes com altas habilidades e os seus pais, são a vontade de superação e o sentido prático, seguido da demonstração de confiança.

Esta investigação revela a existência de uma série de competências próprias dos estudantes com altas habilidades, tanto do ponto de vista próprio como do das pessoas do  entorno próximo que participaram na investigação: elevado desejo de realização e superação, baseados num nível alto de confiança em si mesmo e nas atividades que realiza, mas falta de criatividade na hora de enfrentar tarefas já estabelecidas ou de iniciar  outras novas.

A identificação destas capacidades, efetuada a partir deste questionário 180º, reforça a necessidade de adaptar ao currículo os processos educativos e formativos dos alunos talentosos, trabalhando no desenvolvimento de competências que permitam a evolução para o sucesso em estudos futuros, e a sua incorporação no mundo do trabalho.

Como citar este texto

García-Guardia, M., Ayestarán-Crespo, R., López-Gómez, J. & Tovar-Vicente, M. (2019). Educating the gifted student: Eagerness to achieve as a curricular competence. [Educar e formar o aluno talentoso: O desejo de realização como competência curricular]. Comunicar, 60, 19-28. https://doi.org/10.3916/C60-2019-02

Pode ler o artigo completo, aqui

Post original em espanhol

Autora: Sara Román

Este post faz parte do projeto de tradução coordenado por Lola Lerma Sanchis e Lilian Ribeiro

As referências como critério de qualidade de um artigo

A marca registrada de um bom pesquisador é a atenção que ele presta aos detalhes em todos os elementos de sua pesquisa. Essa consideração de todas as seções de um manuscrito cultiva igualmente bons hábitos que se traduzirão em ótimos resultados. A preparação de uma bibliografia adequada, extensa e atualizada concentra-se em todo o procedimento de pesquisa, além disso, ajuda o pensamento e a análise científica e contribui para melhorar os resultados da pesquisa.

De acordo com a American Psychological Association em sua 7ª edição das normas da APA (2020):

As referências são a garantia de alcançar a excelência acadêmica e o único avalista a garantir o impacto do trabalho publicado.

As referências são alusões aos trabalhos de um ou mais autores sobre tópicos relacionados à pesquisa apresentada, os quais são coletados de maneira ordenada ao final do manuscrito e cujo formato de apresentação pode variar dependendo dos regulamentos em que a publicação se baseia. Contudo, podemos encontrar estilos diferentes para as referências, dependendo da disciplina: Ciências: ACS (química), AIP (física), AMS (matemática), Harvard (biologia e meio ambiente); Lei: APA, UNE-ISSO 690; Economia: Harvard; Educação: APA; Ciências Humanas: Chicago (história, arte, música), MLA (filologias); Medicina: Vancouver; Politécnico: IEEE; Psicologia: APA.

Se você quer saber mais sobre este tema, clique AQUI e leia o post completo no blog da ESCOLA DE AUTORES da Revista Comunicar. Está imperdível!

Autora: Ana Pérez-Escoda

Tradução: Lilian Ribeiro

Revista Comunicar 66

Vol. XXIX, Núm 66, 1º trimestre, Janeiro 2021

Escolas públicas para a transformação educacional na Sociedade do Conhecimento

Editores Temáticos

Dr. Ola Erstad – University of Oslo – Noruega

Dr. Raquel Miño – University of Barcelona – Espanha

Dr. Pablo Rivera – Andrés Bello University / University of Barcelona – Espanha

Apresentação

01 Práticas educacionais para transformar e conectar escolas e comunidades

Ola Erstad, Oslo (Noruega)Raquel Miño, Barcelona (Espanha) & Pablo Rivera-Vargas, Santiago de Chile (Chile).

https://doi.org/10.3916/C66-2021-01

02 O desafio do ensino dialógico inclusivo na escola secundária pública

Chrysi Rapanta, Lisboa (Portugal)Mercè Garcia-Mila, Barcelona (Espanha)Ana Remesal, Barcelona (Espanha) & Cláudia Gonçalves, Lisboa (Portugal).

https://doi.org/10.3916/C66-2021-02

03 Projetos STEAM com formato KIKS para o desenvolvimento de competências-chave

José-Manuel Diego-Mantecón, Santander (Espanha)Teresa-F. Blanco, Santiago de Compostela (Espanha)Zaira Ortiz-Laso, Santander (Espanha) & Zsolt Lavicza, Linz (Áustria).

https://doi.org/10.3916/C66-2021-03

04 Agressividade, instabilidade e educação socioemocional em um ambiente inclusivo

Ana-M. Tur-Porcar, Valencia (Espanha)Anna Llorca-Mestre, Valencia (Espanha) & Vicenta Mestre-Escrivá, Valencia (Espanha).

https://doi.org/10.3916/C66-2021-04

05 TICs e gestão do conhecimento em estudantes de Magistério e de Engenharia

Elena Ferrero-de-Lucas, León (Espanha)Isabel Cantón-Mayo, León (Espanha)Marta Menéndez-Fernández, León (Espanha)Adrián Escapa-González, León (Espanha) & Antonio Bernardo-Sánchez, León (Espanha).

https://doi.org/10.3916/C66-2021-05

06 O consumo de notícias e a percepção de risco diante da Covid-19 na Espanha

Alberto Mora-Rodríguez, Murcia (Espanha) & Inmaculada Melero-López, Murcia (Espanha).

https://doi.org/10.3916/C66-2021-06

07 O Twitter presidencial diante da Covid-19: entre o populismo e a política pop

Juan-Luis Manfredi-Sánchez, Toledo (Espanha)Adriana Amado-Suárez, Buenos Aires (Argentina) & Silvio Waisbord, Washington DC (Estados Unidos).

https://doi.org/10.3916/C66-2021-07

08 Representações midiáticas de menores que migram desacompanhados: Os «MENA» na imprensa espanhola

Juan-David Gómez-Quintero, Zaragoza (Espanha)Jesús-C. Aguerri, Burgos (Espanha) & Chabier Gimeno-Monterde, Zaragoza (Espanha).

https://doi.org/10.3916/C66-2021-08

09 Meta-reflexividade para a resiliência contra a desinformação

Tea Golob, Novo Mesto (Eslovênia)Matej Makarovič, Nova Gorica (Eslovênia) & Mateja Rek, Ljubljana (Eslovênia).

https://doi.org/10.3916/C66-2021-09

10 Predição do bem-estar no uso de dispositivos de tela inteligente por crianças

Félix Ortega-Mohedano, Salamanca (Espanha) & Fernando Pinto-Hernández, Madrid (Espanha).

https://doi.org/10.3916/C66-2021-10

A necessária heterogeneidade no ensino

Tradução: Daniela Filipa Portela Miranda (Univ. do Minho)

“Os processos educativos deverão afastar-se de posições homogéneas nas quais o mesmo currículo é «transmitido» a todos os alunos em igualdade de condições”, deste modo concluem os autores de um estudo sobre estudantes com  altas capacidades. Devido à diversidade de alunos existente, a homogeneidade no processo de ensino-aprendizagem nas salas de aula demonstrou não ser o mais adequado.

Este interessante artigo pode ser lido no nº60 da Revista Comunicar, no artigo intitulado Programa de enriquecimiento para alumnado con alta capacidad. Efectos positivos para el currículum, escrito pelos investigadores Ramón García-Perales (Albacete, Espanha) e Leandro-S. Almeida (Universidade do Minho, Portugal).

Os autores demonstraram este facto após uma árdua investigação, com reuniões semanais, durante um ano letivo, com três grupos de estudantes: um grupo de alunos e alunas com altas capacidades e dois grupos de controlo.

Normalmente, os programas de enriquecimento são realizados fora do horário escolar, de forma extracurricular. No entanto, os autores afirmam que “nesta investigação, constatou-se que o programa de enriquecimento desenvolvido com os alunos e alunas com altas capacidades durante o horário escolar permitiu-lhes melhorar as suas capacidades de adaptação a nível pessoal, escolar e geral, tendo, inclusive, melhorado o desempenho escolar de alguns destes alunos”.

Pesquisas  como a que é apresentada neste artigo abrem novas possibilidades no ensino de alunos com altas capacidades. Por conseguinte, recomendamos a leitura deste artigo tanto aos professores como aos pais e mães de crianças com altas capacidades.

Autora: Ana Almansa

Texto original em espanhol

Este post faz parte do projeto de tradução coordenado por Lola Lerma Sanchis e Lilian Ribeiro.

A Competência Digital Docente. Uma abordagem sociocultural

Tradução: Bárbara Martins (Universidade do Minho)

Atualmente, a competência digital docente transcende a formação individual de professores em TIC, tal como nos indicam os autores do trabalho. O quadro europeu DigCompEdu incide em que os professores têm que formar os alunos na aplicação das tecnologias digitais de forma crítica e responsável em termos de informação, comunicação, produção de conteúdos, bem-estar e resolução de problemas. Apesar das boas intenções para sistematizar um modelo comum de desenvolvimento da competência digital, detecta-se que as propostas carecem de uma abordagem pedagógica que sirva de base teórica para as mesmas. Ao lermos o artigo com atenção, vemos que propõe um modelo de desenvolvimento da competência digital docente baseado na abordagem sociocultural através quatro construtos: Domínio, Preferência, Reintegração e Apropriação. Os resultados médios gerais para cada uma das dimensões estudadas revelam um nível médio de desenvolvimento da competência digital. Conclui-se que ainda há muito a fazer em termos de formação de professores em TIC. É necessário proporcionar estratégias aos professores para que possam orientar os seus alunos no desenvolvimento da competência digital.

Pode ler o artigo completo, aqui.  

Como citar este texto
Colás-Bravo, P., Conde-Jiménez, J., & Reyes-de-Cózar, S. (2019). The development of the digital teaching competence from a sociocultural approach. [El desarrollo de la competencia digital docente desde un enfoque sociocultural]. Comunicar, 61, 21-32. https://doi.org/10.3916/C61-2019-02

Autora: Sara RománTexto original em espanhol

*Este post faz parte do projeto de tradução coordenado por Lola Lerma Sanchis e Lilian Ribeiro

Comunicar abre uma nova sede editorial de investigação

Tradução: Lara Sofia Dias (Universidade do Minho)

O Grupo Comunicar tem um novo espaço na Universidade de Huelva (Espanha), localizado no Campus de la Rábida, no Pavilhão Antares. Esta sede espaçosa, composta por vários espaços definidos (Serviço de portaria, Hall de entrada, Antessala, Depósito de Fundos e Maxi-sala para Pesquisa e Documentação). O espaço será um ponto de referência para a promoção de pesquisas em educomunicação em Espanha, uma vez que servirá como espaço de trabalho equipado com cobertura de grande capacidade da Internet e acondicionado logísticamente para seu uso.

Em primeiro lugar, encontramos uma Antessala que liga a entrada principal ao hall, onde se encontram as coleções impressas de livros pertencentes à longa história do grupo e os seus projetos de cooperação no nível distrital, no início e, posteriormente, com as instituições locais a nível regional ou outras universidades de Espanha e Portugal.

A seguir, o hall envidraçado, que  conduzia até a antiga biblioteca do Campus, conduz a uma sala diáfana e luminosa que abriga um fundo de revistas latino-americanas e espanholas sobre pesquisas em educomunicação e outras disciplinas: imprensa e educação, pedagogia, política, televisão, entre outras. A sede também possui uma sala Maxi de Pesquisa e Documentação equipada para que os futuros alunos, tanto de pré como de pós-doutoramento, posam usá-la como laboratório de pesquisa, para que eles tenham um espaço acessível e com recursos onde possam trabalhar, consultar os fondos disponíveis e desenvolver  os  seus projetos, Projetos Finais de Mestrado  ou teses de doutoramento

Por último, existe o Depósito de Fundos onde se encontra armazenado e inventariado o fundo editorial de mais de 30 anos do Grupo Comunicar : mais de 20.000 exemplares da revista científica ‘Comunicar’ e as diferentes coleções de livros publicadas desde o início até ao momento, existem cerca de 20.000, ou seja, um fundo de quase 40.000 exemplares disponíveis para pesquisadores de todo o mundo.

Autora: Mari Caldeiro

Post original em espanhol

Este post faz parte do projeto de tradução coordenado por Lola Lerma Sanchis e Lilian Ribeiro.