Comunicar 32: Políticas de educação em mídias

Vol. XVI, nº 32, Primeiro semestre, 1 Marçorch 2009
E-ISSN: 1988-3293 / ISSN: 1134-3478

           

A análise da educação midiática, de uma perspectiva educacional e curricular, é o objeto de estudo deste trabalho que enfatiza o desenvolvimento das competências requeridas dos alunos para sua participação ativa no mundo atual. São analisados os processos de desenvolvimento curricular que, integrados por componentes políticos e técnicos, refletem o tipo de sociedade que queremos construir. Desse modo, apresenta-se o conceito de educação inclusiva como uma visão educativa que busca garantir o direito que todas as crianças, jovens e adultos têm de receber uma educação adaptada às suas expectativas, necessidades e formas de aprendizagem, assegurando a participação e a igualdade de oportunidades. Introduz-se o conceito de um currículo “glo-local”, que se sustenta no desenvolvimento de competências dos estudantes para possibilitar uma retroalimentação entre as realidades globais e locais, vinculando as escolas às situações da vida cotidiana. Conclui-se o trabalho afirmando o caráter transversal que a educação midiática deve ter no currículo, o qual requer, entre outras coisas, uma formação docente de qualidade, comunicação fluida entre os docentes e propostas educativas sólidas e inclusivas, sustentadas em processos participativos de consenso.

https://doi.org/10.3916/c32-2009-02-002

Resumo

A análise da educação midiática, de uma perspectiva educacional e curricular, é o objeto de estudo deste trabalho que enfatiza o desenvolvimento das competências requeridas dos alunos para sua participação ativa no mundo atual. São analisados os processos de desenvolvimento curricular que, integrados por componentes políticos e técnicos, refletem o tipo de sociedade que queremos construir. Desse modo, apresenta-se o conceito de educação inclusiva como uma visão educativa que busca garantir o direito que todas as crianças, jovens e adultos têm de receber uma educação adaptada às suas expectativas, necessidades e formas de aprendizagem, assegurando a participação e a igualdade de oportunidades. Introduz-se o conceito de um currículo “glo-local”, que se sustenta no desenvolvimento de competências dos estudantes para possibilitar uma retroalimentação entre as realidades globais e locais, vinculando as escolas às situações da vida cotidiana. Conclui-se o trabalho afirmando o caráter transversal que a educação midiática deve ter no currículo, o qual requer, entre outras coisas, uma formação docente de qualidade, comunicação fluida entre os docentes e propostas educativas sólidas e inclusivas, sustentadas em processos participativos de consenso.

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